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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Inquilino: o que fazer na hora de reformar um imóvel alugado?

Disposição e dinheiro suficientes para a reforma da casa. O único imprevisto, porém, é que o imóvel em questão não é seu, mas alugado. O que fazer nessas situações?

Neste caso, antes de tomar qualquer atitude, é indicado conversar com o proprietário do imóvel, principalmente com relação aos custos que essa reforma irá apresentar.

“O inquilino deve ter em mente que, ao entregar o imóvel diferente do jeito que ele o alugou, pode lhe causar problemas financeiros”, afirma o coordenador do curso de finanças da Veris Faculdade, Ednei Augusto Januário.

Como forma de preservar o orçamento, a dica, em casos como este, é partir para uma conversa franca, para aparar as arestas do contrato e da situação com o dono do imóvel.

Segure os gastos

A prática de boa conduta no mercado imobiliário prevê que o proprietário tome para si a responsabilidade de arcar com gastos por eventuais reformas de ordem de manutenção, como encanamentos, luz, entre outros.

Contudo, quando o assunto é mudança estrutural, pode haver discussão entre ambas as partes. Para evitar que o dinheiro caia pelo ralo, o inquilino deve negociar condições com o locador.

“Se o inquilino quer aumentar um cômodo da casa, por exemplo, ele deve argumentar com o proprietário que deixará o imóvel, que nem pertence a ele, mais valorizado”, diz Januário.

Como não há um regra específica, o consumidor pode procurar uma imobiliária e mensurar, em termos de valores no mercado, quanto ficaria uma casa nesses padrões que ele pretende construir.

"Esse é o melhor argumento que ele terá para o dono entrar com uma parte no custeio ou abater algum percentual do aluguel", explica o coordenador.

Relacionamento

Verbos como pintar, reformar, ajustar não são inerentes na convivência entre consumidor e proprietário. "Se você está há muitos anos na casa, e nunca deu problema, esse é o seu mote. Quando se é novo, tudo deve ser acertado previamente", observa o coordenador do curso de finanças.

Dando desconto no aluguel ou entrando com alguma parte do custo. Esses são os temas dos principais embates envolvendo inquilino e proprietário. Portanto, desenvolver uma relação amistosa com o dono pode tornar tudo negociável.

Orçamento

Colocar a mão no bolso para melhorar algo que não é seu requer muita atenção. No caso de o inquilino ter a pretensão de ficar por mais alguns anos no imóvel, explica Januário, deve-se abrir mão das economias e gastar com produtos de primeira linha.

Essa também é um forma de poupar no futuro com novas manutenções. Em oposição a esse cenário, levando em conta que o inquilino irá deixar logo o imóvel, é valido segurar o orçamento e gastar, se necessário, com produtos alternativos.

Não é válido, porém, despender com produtos de segunda linha que poderão trazer algum tipo de prejuízo para o proprietário. Quem sofrerá com impacto nessa ocasião será o próprio consumidor.

Fonte: Yahoo

Nova idade para ensino fundamental afeta pré-escola

As novas regras de idade para ingresso no ensino fundamental estão bagunçando a matrícula no ensino infantil paulista. A retenção de crianças que ainda não completaram 4 anos de idade foi parar na Justiça e provoca polêmica entre escolas e pais que não concordam com a medida.

Para obedecer a uma norma do Conselho Estadual de Educação (CEE) e evitar que em 2012 os alunos cheguem ao ensino fundamental com apenas 5 anos - a idade tem de ser 6 anos completos até 30 de junho -, as pré-escolas têm feito crianças com aniversário no segundo semestre "repetirem" de ano.

A retenção desagrada até mesmo a membros do Conselho Nacional de Educação (CNE), como César Callegari, que defendem que todas as crianças "evoluam normalmente". "Nas resoluções do conselho tivemos o cuidado de preservar o percurso educacional das crianças, para que elas não sejam apartadas de seu grupo", afirmou.

Segundo ele, o alinhamento na faixa etária correta deve ser feito quando a criança entra na escola, seja com 1, 2, 3 ou 4 anos. "Se os professores perceberem que uma criança está imatura e precisa ficar mais um ano no ensino infantil, ótimo. Mas esse diagnóstico deve ser feito regularmente, para todas, não com base na data de aniversário."

Arthur Fonseca Filho, membro do CEE, diz lamentar que decisões referentes a educação sejam resolvidas por vias judiciais. "É pouco pedagógico", diz. Segundo ele, a falta de padronização dos níveis da pré-escola dificulta o processo.


Fonte: Agência Estado

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Correios adiam publicação de edital para concurso deste ano


Os Correios divulgaram nota nesta segunda-feira (24) informando que adiaram a publicação do edital do concurso previsto para este ano. A empresa havia anunciado, na semana passada, que o documento sairia até esta segunda. "A contratação da empresa que realizará o concurso público nacional dos Correios ainda não foi concretizada. Com isso, o edital que estava previsto para ser divulgado nesta segunda-feira, 24, será publicado em nova data", diz a nota.

O texto informa ainda que "os Correios reafirmam o compromisso de realizar o concurso no primeiro semestre deste ano". A ECT divulgou anteriormente que estariam em jogo cerca de 8 mil vagas e que etapas do concurso seriam acompanhadas pela Polícia Federal.

Segundo a assessoria da empresa, os cargos deverão ser os mesmos que os previstos em concurso aberto em 2009 e que foi cancelado em 2010, após disputa judicial. A seleção foi suspensa após questionamento do Ministério Público Federal por conta do contrato com a organizadora Cesgranrio não ter sido feito por meio de licitação. Os Correios recorreram e conseguiram o direito de seguir com o concurso, mas a empresa acabou decidindo revogar a seleção e devolver as taxas de inscrição.

Ao todo, 1.064.209 pessoas se inscreveram para a seleção cancelada. É o concurso que teve mais candidatos no ano passado, superando inclusive o do IBGE, para 192 mil vagas de recenseador, que teve 1.051.582 inscrições.


Devolução de taxa de inscrição

Para receber de volta a taxa de inscrição do concurso cancelado em 2010, os candidatos deverão comparecer até o dia 11 de abril a uma agência própria da estatal, das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 13h aos sábados, para receber a devolução da taxa de inscrição. Os valores variam de R$ 30 a R$ 60, de acordo com o cargo. É necessário levar documento oficial de identidade com foto (o mesmo utilizado na inscrição) e, se possível, o comprovante de inscrição.

Em caso de o candidato ter feito a inscrição pela internet, ele deve ainda informar o número do CPF e também da identidade.Se a inscrição foi feita por meio de procuração, o candidato deve apresentar cópia da procuração utilizada na inscrição, cópia do documento oficial de identidade do procurador e ainda o documento de identidade original do candidato.

Os Correios recomendam que o candidato peça o dinheiro de volta, pois o novo concurso exigirá pagamento de uma nova taxa. A estatal não informou se os valores serão os mesmos do concurso que foi revogado. Informações adicionais podem ser obtidas pela Central de Atendimento dos Correios, nos telefones 3003-0100 (para capitais e regiões metropolitanas) e 0800-725-7282 (para as demais localidades).